Jeito De Mato
Paula Fernandes, Almir SaterCom assinatura de Paula Fernandes, Almir Sater, "Jeito De Mato" chegou ao YouTube em 6 de maio de 2011 e já soma 107,8 mi de visualizações. 589 mil pessoas curtiram o vídeo, numa duração de 5:00. Ao terminar, o player continua tocando as próximas da lista, uma por uma.
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Letra
Jeito De Mato — Paula Fernandes, Almir Sater
De onde é que vem esses olhos tão tristes? Vem da campina onde o Sol se deita Do regalo de terra que teu dorso ajeita E dorme serena, no sereno e sonha De onde é que salta essa voz tão risonha? Da chuva que teima, mas o céu rejeita Do mato, do medo, da perda tristonha Mas que o Sol resgata, arde e deleita Há uma estrada de pedra que passa na fazenda É teu destino, a tua senda, onde nascem tuas canções As tempestades do tempo que marcam tua história Fogo que queima na memória e acende os corações Sim, dos teus pés na terra nascem flores A tua voz macia aplaca as dores e espalha cores vivas pelo ar Sim, dos teus olhos saem cachoeiras Sete lagoas, mel e brincadeiras, espumas, ondas, águas do teu mar Há uma estrada de pedra que passa na fazenda É teu destino, a tua senda, onde nascem tuas canções As tempestades do tempo que marcam tua história Fogo que queima na memória e acende os corações Sim, dos teus pés na terra nascem flores A tua voz macia aplaca as dores e espalha cores vivas pelo ar Sim, dos teus olhos saem cachoeiras Sete lagoas, mel e brincadeiras, espumas, ondas, águas do teu mar De onde é que vem esses olhos tão tristes? Vem da campina onde o Sol se deita De onde é que salta essa voz tão risonha? Dorme serena, no sereno e sonha De onde é que vem esses olhos tão tristes? Dorme serena e sonha